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SANTA SEMANA !

  • Apr 20, 2019
  • 4 min read

Cristo e o Peixe; O Pescador de Almas; Os Peixes Astrológicos: a Era de Peixes, ou Dois Mil Anos de Cristianismo

Determinado pelas mudanças das Eras Astrológicas, Peixes sucedeu a Aries no movimento de precessão dos Equinócios há mais ou menos 2000 anos atrás.

Cristo nasceu na época dessa transição. Trouxe com o Cristianismo aquela antiga verdade, que para o amor acontecer, o poder deve ceder.

A expansão da cultura Greco-Romana em toda a Europa começou pela conquista imperial dos exércitos de Roma, mas se ampliou, consolidou e a Cultura e civilização européia adquiriu sua identidade através do Cristianismo, com sua então nova Igreja.

No primeiro século da nossa era, nas arenas dos gladiadores em Roma, o guerreiro armado do gládio frequentemente era vencido pelo combatente com tridente e rede de tramas. O primeiro, caracterizado como guerreiro simbolizava a Era de Aries que terminava, enquanto o segundo, armado com tridente e rede de pesca, representava a Era de Peixes se iniciando. Símbolos aconteciam pela Sociedade da época e se empilhavam anunciando a passagem das Eras. O pescador e sua rede de pegar almas da Era de Peixes sobrepujou os guerreiros e conquistadores da Era de Aries. Nesta transição de Eras, Jesus nasceu como sinalizador principal do legado para a nova Era.

“Mas”, algum fervoroso católico poderia indignado protestar “ousam pensar com isso, que a Astrologia, que não passa de pecaminosa apostasia, é a lei que dita as regras dos Tempos e que teria controlado o próprio Cristo, o Deus!?!” Eu responderia: “De forma alguma! Cristo simboliza Deus em sua Segunda Pessoa, o Filho e portador da Lei do Amor..”

Uma indicação da divindade de Cristo é justamente haver Ele entrado no mundo em harmonia e consonância com as Leis cósmicas.

As Leis cósmicas que regem os mistérios dos Éons, as Eras Astrológicas; respeita e usa o tempo certo do inicio de uma Era para se aproximar do mundo; se utiliza das leis indiciadas pela antiga sabedoria astrológica para se manifestar.

O principal encadeamento do Mito Cristão é prenhe de símbolos dos Planetas do Zodíaco. Aquele símbolo central que ficou entranhado no inconsciente de todos, repousa nos acontecimentos que antecedem e procedem à Paixão de Cristo.

A SEMANA SANTA que é composta justamente pelos acontecimentos de cada dia da Semana nos mostra Cristo seguindo à risca a estrutura e encadeamento astrológico dos dias da Semana de acordo com a preponderância planetária de cada dia. Pois, vejamos:

DOMINGO DE RAMOS E DOMINGO DE PÁSCOA: Entrada triunfal em Jerusalém e Ressureição: Acontecimentos Gloriosos, Luminosos e Triunfais acontecem nos Domingos, que são os Dias do SOL

SEGUNDA FEIRA SANTA: Maria a Mãe, unge Jesus com perfume. Agraciado pela mãe: Ação da mãe, da mulher e isto acontece no dia da LUA, o Luminar da dimensão Feminina

TERÇA FEIRA SANTA: Jesus “acusa” que haverá traição de um dos doze discípulos. “Desafia” Pedro dizendo que será negado por ele. Alerta para lutas e contendas. Terça Feira é o Dia de MARTE, o agressor.

QUARTA FEIRA SANTA: Jesus confirma a traição de Judas. Anúncio, no Dia de Mercúrio, o comunicador, o esclarecedor.

QUINTA FEIRA SANTA: Jesus institui a Eucaristia e a nova Ordem Sacerdotal. É o Dia de JUPITER, o patrono da Filosofia e da Religião.

SEXTA FEIRA SANTA: Paixão e Morte de Jesus. Por extremo amor à humanidade se ofereceu em sacrifício. “Eis que vos apresento o cordeiro de Deus, Aquele que morrerá em sacrifício por Amor a vós”. Pois este é o Dia de VENUS, o emissário astrológico do amor.

SÁBADO SANTO: Jesus desce ao inferno e triunfa contra a “morte”: As condições brutais e infelizes da existência na Matéria. Dia de SATURNO, o Maléfico, o limitador, o tempo inexorável do mundo material.

Assim, Jesus cumpre os passos de seu sacrifício e ressureição deixando marcas indeléveis no inconsciente coletivo. Domingo, A gloria e Fulgor do Divino entrando na cidade mortal e humana, Segunda, a aceitação e resposta da Terra , do eterno feminino à Divindidade de Jesus, Terça, marca da reação e dos desafios que serão sempre enfrentados, ou causados contra; a luta. Quarta, a mensagem real daquilo e daqueles que estão em desacordo com a presença Divina, a explicação dos fatos; no Dia de Mercúrio , o mensageiro, o fenomenológico. Quinta a criação da Ordem de Cristo e da linhagem de sacerdotes: A missaõ e meta de divulgação, de expansão da Filosofia e da Religião Cristã. Sexta, a Paixão extrema e o sacrifício:O amor divino se oferecendo no lugar da humanidade para salva-la. Sábado o confronto da Luz Divina contra a inexorabilidade do tempo e da matéria. Dia de Saturno regente do tempo e das limitações do Plano material. Domingo, a consequência final depois do mergulho nas entranhas da Terra e da materialidade do tempo: A Ascenção e afirmação da Gloria Divina e de Deus sobre tudo. Dia do Sol, novamente. No Domingo de Ramos entra na cidade dos homens trazendo sua GLORIA e deixa o sepulcro no outro Domingo, Afirmando a Sua GLORIA recuperada de novo no Dia do SOL


 
 
 

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